sábado, 18 de outubro de 2014

Uma Biografia PUNK: Bikini Kill, as musas do Movimento RIOT GRRLL!

Bikini Kill "Girl Power" cover photo.





Breve Biografia:


       Bikini Kill foi uma banda americana de punk rock formada em Olympia, Washington em outubro de 1990. O grupo contava com a vocalista e compositora Kathleen Hanna, o guitarrista Billy Karren, a baixista Kathi Wilcox e a baterista Tobi Vail.
     A banda é considerada a pioneira do movimento riot grrrl, e era notória por letras com conteúdo feminista radical e performances incendiárias. O gênero musical da banda é influenciado pelo hardcore.  Após dois álbuns, vários EPs e duas compilações, a banda se separou em termos amigáveis em 1997. e 97, mas não chegou a gravá-las.
     Em abril de 1998 foi anunciado oficialmente o fim do Bikini Kill após uma carreira de 7 anos. Todos os ex-integrantes do Bikini Kill continuam ativos na música. Billy Karren, Tobi Vail e Kathi Wilcox lançaram um CD com uma coletânea dos singles lançados pelo projeto paralelo The Frumpies que eles mantém juntamente com a baterista Molly Neuman (da banda Bratmobile).2 3 Kathleen Hanna trabalhou com Joan Jett no disco Fetish de 1999. Também gravou um CD solo usando o nome Julie Ruin. Atualmente é vocalista da banda indie/feminista Le Tigre, que já lançou dois CD's e tem já um hit, "Deceptacon".






Discografia:



Álbuns:


"Revolution Girl Style Now!", cassete independente (1991)"Bikini Kill", EP, pela Kill Rock Stars (1991)
"Yeah, Yeah, Yeah, Yeah.", álbum dividido com a banda Huggy Bear e lançado no Reino Unido pela Catcall Records e nos Estados Unidos, pela Kill Rock Stars in the US (1993)
"The CD Version of The First Two Records", (1993)
"Pussy Whipped", pela Kill Rock Stars (1994)
"Reject All American", pela Kill Rock Stars (1996)





Singles:

"New Radio/ Rebel Girl", pela Kill Rock Records (1993)
"The Anti- Pleasure Dissertation", pela Kill Rock Records (1994)
"I Like Fucking/ I Hate Danger", pela Kill Rock Stars (1995)




Coletâneas:

"Kill Rock Stars", pela Kill Rock Stars (1991)"Throw: The YoYo Studio Compilation", pela YoYo Records (1991)
"Daddy's Li'l Girl", incluída em Give Me Back da Ebullition Records (1991)
"Suck My Left One", incluída em There's A Dyke In The Pit pela Outpunk Records (1992)
"Bikini Kill: The Singles" (1998)





Fonte: Wikipédia, a encilopédia livre: -> http://pt.wikipedia.org/wiki/Bikini_Kill



Texto escríto por ♀♀ Maria Rosa Dias ♀♀ (A.K.A ♀♀ Riot Vicious ♀♀), no dia 19/10/2014, ao som de “I Hate Danger"(Live on CBGB's) da banda de punk rock/ riot grrl noventista Bikini Kill (as biografadas da coluna!), diretamente para o Blog “Riot Vicious’ Blogspot”, marcando seu retorno como colunista do mesmo!






♀ STAY RIOT , GRRRLS!!♀





domingo, 5 de outubro de 2014

"Diário de Bordo de uma Manifestante Libertária: Parte 2"


  "Apontamentos sobre as eleições 2014, o assistencialismo barato do nosso "governo", nosso sistema  educacional falho e as alianças políticas que ocorrem por debaixo dos panos"



       Hoje ocorrem nossas eleições para presidente e demais cargos que regem a sociedade. Só devo ser sincera e dizer que diante do nosso quadro geral de candidatos (em todas as esferas) nada me anima a sair de casa e a perder meu tempo (SIM! PERDER MEU TEMPO!), e votar em quaisquer candidatos, pois todos estão potencialmente despreparados, em especial "nossos caros presidenciáveis" , sem conteúdo e sem foco, sem sequer um objetivo e ideais decentes para se colocar em um cargo tão valioso como este.
       Em três minutos de debate que assisti, só consegui me sentir enojada, envergonhada e cansada, diante de tamanha ignorância e desrespeito dos políticos para conosco. Afinal, para quem realmente assistiu com atenção e não apenas fingiu ver essa palhaçada (seja por TV ou internet, como eu fiz),  viu que o debate foi usado para lavar roupa suja e troca de agressões entre os candidatos, e não para defender e pôr na mesa propostas realmente úteis, consistentes e que possar mudar os rumos da sociedade.
      Isso só me fez pensar que, independente de quem vença, estaremos presos no mesmo beco sem saída de sempre, pois quem não tem opinião e argumentos fortes e bem construídos, não está apto a reger nação nenhuma.
      Estou com essa agonia entalada na garganta há tempos, mas só agora posso realmente gritá-la como quero, já que nenhum grilhão de emprego no estado/educação/ prefeitura/assistencialismo social me prende mais.
     Observe e pense: Esse assistencialismo barato com o qual a Dilma e toda a corja do PT compram votos é algo realmente útil  e saudável para a sociedade ou apenas mais um modo imperceptível de alienação cega da sociedade, arquitetado pelo governo?
    Eu já vivenciei o outro lado, e há famílias que valorizam mais esses "privilégios" recebidos pelo governo do que saber como anda a vida escolar de suas crianças e agir ativamente em prol da melhora da mesma, como bons pais ou avós cuidadores que deveriam ser, ou até mesmo acomodam-se e não fazem algo para seu próprio crescimento, por crer que eternamente o governo lhes dará o suporte de que precisam. Vi isso como educadora, e pelo pior lado possível que há a se enxergar esses casos.
    O sistema falha em todos os sentidos, e apesar de o professor ser desvalorizado, ele tem que carregar o peso da transformação do mundo e das pessoas nas costas, como sendo o responsável por tudo isso, já que políticos sem preparo só alienam e cegam o povo cada vez mais.
    Na minha opinião, a luta individual árdua vale mais do que receber as coisas de mão beijada e ser só mais um número para esse governo hipócrita e frio. E você, como número, será descartado dessa falsa ajuda assim que os governantes crerem ser necessário. E não pense ser muito considerado: quando você precisar ser demitido, por questões financeiras, você o será, e parte dessa falha se deve pelo fato de termos um governo perdulário e que gasta com o desnecessário (vide os inúteis gastos com a copa do mundo (propositalmente escrita com letra minúscula) e a falência financeira a que estes gastos nos levaram).
     Me dói ver as pessoas pensando em votar em um determinado candidato só para destituir o outro do governo. Será que ninguém vê as alianças sujas que ocorrem por debaixo dos panos e privilegiam a essa corja? As coisas funcionam de um modo muito simples: A direita se alia com a direita e a esquerda se alia com a esquerda. Partidos políticos e alianças públicas são um modo prático de cegar a população, sem que ela veja ou desconfie que, pelas costas, os supostos políticos "inimigos" se abraçam e riem da alienação e cegueira do povo, que está sempre sob suas rédeas, e acreditando pateticamente no que a mídia lhes mostra.
     Você acha que seu político escolhido é mesmo "da oposição" em relação a quem governa?  Ou só não enxerga a falha no sistema porquê é mais conveniente ser  "atendido assistencialmente" pelo governo enquanto, aos olhos dele,  você "precisar" para depois ser descartado como escória? Ou não vê porquê crê assim ser conveniente para você e acredita que as crises financeiras nunca abalarão sua vidinha medíocre? Enquanto as coisas continuarem assim, todos seremos medidos por classe social e não pela capacidade que temos de ir à luta e fazer por nós mesmos o que queremos. A mudança começa em nós, não nessa politicaiada fraca. Temos mais força do que imaginamos, basta arregaçarmos as mangas e deixarmos o comodismo de lado.  Pense bem, pois seu voto (apesar de obrigatório e pouco democrático, se analisado por este viés), ainda vale mais que as alianças sujas do governo que nos rege.







Texto escríto por ♀♀ Maria Rosa Dias ♀♀ (A.K.A ♀♀ Riot Vicious ♀♀), no dia 5/10/14, as 5h45 da manhã, , ao som de “Pátria Amada”, da banda de Punk Rock paulistana Inocentes, diretamente para o Blog “Riot Vicious’ Blogspot”, marcando seu retorno como colunista do mesmo!









sábado, 15 de janeiro de 2011

"A Balada do Mulherengo" (Vs. "Ballad Of A Ladyman" - Sleater-Kinney)



Olá, meus amores! Partilharei com vocês mais um pouquinho do meu lado de letrista! A seguir, vocês lerão a letra de "A Balada do Mlulherengo", uma versão em Português que compus da música "Ballad Of  A Ladyman", da banda de punk feminista norte-americana Sleater- Kinney (as meninas da foto!), na tarde do  dia 07/01/11.
Essa banda é uma de minhas grandes inspirações dentro gênero RIOT GRRL/ PUNK ROCK/  PUNK FEMINISTA, e o mais importante: as garotas estão dentre as minhas musas como letrista!

A música da qual fiz versão é a do vídeo acima, e a letra vocês podem ler abaixo:

A Balada do Mulherengo (“The Ballad Of A Ladyman” – Sleater-Kinney – Versão: Mari Diaz)

Caminhando com falsos passos seguros.
Esguichando sua inútil beleza para todos os lados.
Isso é tudo que tenho a gritar.
Essa é a balada do mulherengo.

Ensaiando milhões de cantadas podres.
Tão podres quanto seu conceito de masculinidade.
Isso é tudo que tenho de atirar.
Tudo que tenho de atirar nessa balada do mulherengo.

Ele é tão idiota que acha que deve provar aos outros sua masculinidade
E acha que a mulher é um objeto.
Nojento machista, irritante misógino.

Se você disser a ele que nada do que ele diz faz sentido.
Ele só vai achar que você está se fazendo de difícil.
E vai continuar a soltar suas pérolas inúteis
Achando que vai te conquistar assim.

Eu não consigo suportar esse desfile de futilidade.
Essa falta de maturidade me embrulha o estômago.
Pior é quando eles competem entre eles quem ‘pega’ mais mulheres.
Essas são as ‘tentações’ de um mulherengo.

Ele é tão idiota que acha que deve provar aos outros sua masculinidade
E acha que a mulher é um objeto.
Nojento machista, irritante misógino.

O que ele diz é o que a sociedade acha que o homem deve ser.
Como ele age é como a sociedade diz que o homem deve ser. 
O que ele diz é o que a sociedade acha que o homem deve ser.

Eu não consigo suportar esse desfile de futilidade.
Ele conta com quantas mulheres ele sai a cada noite.
Ele conta aos amigos quantas ele levou para a cama.
Como se isso reforçasse a masculinidade dele.

O que ele diz é o que a sociedade acha que o homem deve ser.
Como ele age é como a sociedade diz que o homem deve ser. 
O que ele diz é o que a sociedade acha que o homem deve ser.
Essa é a balada do mulherengo.


Maria Rosa Dias – Versão em Português da música “Ballad Of A Ladyman”, da banda feminista Sleater-Kinney, composta no dia 07/01/11.



----->>> Para quem quiser conhecer mais do meu trabalho de letrista, é só acessar:
------- >>>>  http://recantodasletras.uol.com.br/autor_textos.php?id=62304&categoria=* <<<<<-------------

----->>> Meu perfil no Recanto das Letras UOL:
------>>  http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=62304 <<<---------

 Postagem feita ao som de: "Ballad of A  Ladyman", do Sleater-Kinney!!! ^^
  (AMOOO essa música de paixão!!! ^^ rs!)

                    (Capa do cd  das meninas do Sleater-Kinney onde se encontra a música "Ballad Of A Ladyman".).

RIOT  kisses, amores meus!! Muito obrigada pelas visitas!  Bom restinho de férias à todos!! ^^

♀STAY RIOT , GRRRLS!!♀


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

"Eleito" (Versão: “Elected” – Alice Cooper – Letra: Mari Diaz)




Olá, meus caros! ^^ Como eu também sou escritora (leia-se letrista, poetisa e cronista), hoje eu divido com vocês um post bem diferente do habitual!
Em homenagem às nosssas 'queridas' eleições, aí vai uma versão em Português da música "Elected", do grandioso Alice Cooper (um de meus ídolos!), que compus na tarde do dia 11/11/10.


“Eleito” (Versão: “Elected” – Alice Cooper – Letra: Mari Diaz).


Eu quero estar no topo da sua lista e acabar com seu dinheiro.
Eu quero ser eleito.
Eu quero beijar seu rosto falsamente nas campanhas e não cumprir minhas promessas.
Eu quero ser eleito.
Eu quero abraçar as criancinhas e roubar a aposentadoria de suas avozinhas.
Eu quero ser eleito.
Eu quero destruir toda a sua segurança financeira.
Eu quero ser eleito.

“Bom dia, boa tarde, boa noite, meus queridos compatriotas”!
Eu prometo sempre desapontá-los! Eu sempre deixarei vocês na mão!”

Nós seremos apenas um, levando o país à bancarrota.
Eu quero ser eleito.
Eu e você temos que nos unir! Juntos venceremos!
Nós seremos eleitos, eleitos, eleitos.
Respeitados, escolhidos, vendidos como objetos usados.
Eu quero ser eleito, eleito.


“ Se eu for eleito...
Eu prometo nunca cumprir minhas promessas furadas,
Eu prometo não aumentar nunca o seu salário,
Eu sei que nós temos problemas,
Temos problemas no mundo todo, em todas as cidades, e em todo lugar
E eu prometo com toda a sinceridade
Não me comprometer com nada e com ninguém
Você precisa de ajuda do Governo?
Eu não me importo!”

Maria Rosa Dias. (11/11/10).

[Versão em Português da música “Elected”, do cantor e compositor Alice Cooper, composta no dia 11/11/10, pela dona deste blog].




*Para conhecer mais escritos meus, visitem também:
---------->>>>>   http://recantodasletras.uol.com.br/autores/mariarosadias



RIOT kisses, meus queridos! ^^
Visitem-me sempre!! ^^

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

"Diário de Bordo de uma Manifestante Libertária - Parte I."



"Apontamentos sobre a Manifestação Anarco-Punk Anti-Skin Head/ Anti Preconceito" (04/9/10), de Araçatuba/SP"

Depois de um longo e tenebroso inverno, volto a brindá-los com meus pensamentos libertários e feministas!
Brincadeiras sinceras à parte, vim contar-lhes, - (bem atrasada – mas quando a inspiração bateu e o tempo se fez presente [trabalho...trabalho..trabalho..essa é minha vida de professora eventual!rs... ] ), - sobre minha segunda incursão em manifestações punk’s em minha cidade (Araçatuba/SP)!
Pois bem! Participei de minha segunda manifestação libertária no dia 04/09/10, e ela se deu pela iniciativa um de meus amigos AnarcoPunks, o Nanú da Silva, que contatou por orkut toda a galera interessada em anarquizar e libertar mentes do preconceito.
O intuito da Manifestação (abertamente Anarco-Punk) era se posicionar contra os Skin Heads, Sharp’s e Rash’s (Punk’s Extremistas), e também contra a Homofobia, contra o Machismo,contra o Nazismo e o Facismo, e o Fascismo e, principalmente contra o Preconceito, e se deu em véspera de época eleitoral, tendo ainda uma intervenção artística de um ator da cidade, o Ed, que reforçava a idéia anti-preconceito contida nos panfletos anarco-punk’s.
Os meninos divulgaram a manifestação com um material de primeira linha: panfletos que explicavam sobre o evento e o divulgavam (via de mão dupla bem sacada!), e um cartaz, na linha "Do It Yourself!" (“Faça Você Mesmo!”), que foi pregado nas grades do coreto da praça Rui Barbosa (onde o evento aconteceu!), de forma totalmente PUNK, quando eu panfletava com eles!
Eu sou DECLARADAMENTE Anarquista (não sou Punk nem Anarco-Punk!), e apóio intensamente qualquer ideal libertário e anti-preconceituoso, assim como defendo com unhas e dentes o Respeito e a Liberdade de Expressão (idéias básicas que movem TODAS as manifestações anarco-punk’s organizada pelo Nanú e pelo Téo, meus amigos de panfletagem).
Pretendo participar de várias outras manifestações, assim que elas ocorrerem, pois elas são um espaço aberto para que eu defenda minhas crenças em um mundo igualitário e sem preconceitos, por isso tenho orgulho em panfletar sazonalmente (quando as manifestações acontecem), embora, é claro, eu seja crítica e tenha meus ‘poréns’, já que tenho religião (sou Espírita, portanto, cristã!), o que mostra que não sou extremista, e sigo minha mente, sempre! E o que mostra que Libertários podem sim, ter sua religião, coisa que os Anarco-Punks negam até o fim!
Em breve, pretendo contar novas aventuras minhas pelo mundo da panfletagem! Aguardem-me, meus caros! Besos y... "SALUD Y ANARQUIA!"


Hasta la vista... e ...
KEEP ON ROCKIN', BABES! ^^
XOX!



Texto escríto por ♀♀ Maria Rosa Dias ♀♀ (A.K.A ♀♀ Riot Vicious ♀♀),
no dia 24/9/10, ao som de “Sent To Desstroy”, da banda de EBM/ Electrogothic Norueguesa Combichrist, diretamente para o Blog “Riot Vicious’ Blogspot”, marcando seu retorno como colunista do mesmo!

domingo, 4 de julho de 2010

Duas notícias de última hora: Cancelamento do site Girlz Music Zone e Divulgação da banda Modus Operandi (Post-Punk/ Industrial/ Alternativa/ Experimental) - Salvador/BA.

Olá, meus caros!

Vim aqui para dar-lhes duas notícias de última hora.
A primeira refere-se ao site Girlz Music Zone, site do Movimento Punk Feminista de Goiânia/GO e de divulgação de bandas de Rock Feminino, onde fui colunista durante quatro anos, de 2007 até janeiro de 2010 (quando ele ainda estava no ar). Ele foi cancelado, e eu desconheço o motivo.
Portanto, passarei a escrever textos somente para o meu blog, "Riot Vicious'".

A segunda notícia têm caráter de divulgação musical e deve-se à parceria com o blog da banda de meu querido amigo virtual, David Giassi, vocalista da Modus Operandi.
A banda em questão, Modus Operandi, é oriunda do Cenário Post-Punk/ Alternativo de Salvador/BA, e possui influências de Punk Rock 77', Post-Punk 80's, Rock Industrial e Experimental, Stoner Rock, Gothic Rock, Rock Progressivo, No wave, Cold Wave, EBM, e têm um som denso e performances muito particulares ao vivo, com o uso de chapas de metal e furadores como instrumentos musicais.

A Modus está lançando um novo álbum, intitulado "H... Stereo", e se divulga por internet. Para fazer o download do álbum, basta acessar:

http://www.easy-share.com/1910313193/Modus Operandi - h...estereo.rar


Para mais informações e para escutar outras músicas da banda, basta acesar o MySpace deles, que é: www.myspace.com/modusweb, ou o blog deles: http://modusweb.blogspot.com.
A Modus é recomendadíssima por mim, e garanto que os fãs de música alternativa irão adorar saber mais sobre essa banda maravilhosa, e se tornarão fãs, como eu!

Mil beijos e tudo de bom à vocês, meus queridos! ^^
Tenham um ótimo domingo e uma ótima semana... e ouçam Modus Operandi (www.myspace.com/modusweb)! *EU RECOMENDO!"* ^^

sábado, 3 de abril de 2010

"Equívocos do Feminismo".



Aos olhos comuns, o primeiro equívoco ao se definir uma feminista é considerá-la uma sexista, ou seja, alguém que acredita estar acima dos homens e ser melhor que eles em todos os aspectos. Porém, essas mulheres são, na verdade, as femistas, que andam de mãos dadas com os machistas, por serem auto-suficientes e preconceituosas em suas convicções. Sabemos que o feminismo prega a igualdade entre os sexos, e luta para que as mulheres tenham as mesmas oportunidades e direitos que os homens, e que não instiga criar uma guerra entre os sexos, que é exatamente o que essas falsas feministas fazem, distorcendo a base do movimento igualitário feminista, generalizando-o e tornando-o preconceituoso.
O segundo equívoco e o mais grave de todos cometido pelo senso comum é considerar que toda feminista, via de regra, é uma mulher mal amada e amarga em relação ao sexo oposto, e que a mesma, obrigatoriamente, é homossexual. Para esta, no caso, as relações homossexuais seriam um modo de buscar o êxito não obtido com as relações heterossexuais que ela já vivenciou, e que se iniciam principalmente, por que a mesma possui uma admiração extrema pela mulher e a considera superior ao homem.
Infelizmente, essa visão distorcida foi muito disseminada pelas mulheres mais extremistas dos anos 70 que se diziam feministas, e as defendiam com unhas e dentes, seguindo-as até as últimas consequências. Entretanto, hoje sabemos que essas mulheres eram extremamente sexistas e homofóbicas, pois subentende-se que elas tornavam-se homossexuais não por amor e por uma inclinação natural de sua personalidade, e sim por asco ou aversão ao sexo oposto.
Tal crença acaba distorcendo totalmente os ideais feministas, que pregam igualdade e respeito às diferenças, calcando-se nas verdadeiras intenções do Movimento Punk, e que por andar lado a lado com o mesmo, originou o Movimento Riot, através do qual emergiram várias bandas de punk feminista.
Por isso, a primeira atitude a ser tomada por quem quiser abraçar o feminismo, é a de pesquisar e se informar sobre o que realmente significa e é o movimento feminista, e ter, principalmente, a mente aberta e livre de qualquer preconceito ou generalização, para que a luta pela igualdade e aceitação das diferenças nasça de dentro para fora, e faça-se plena de sentido e verdade, e livre de estereótipos.

Por ♀Mari Diaz† - ♀Riot Vicious†.
10/07/09